Infecção cruzada e hospitalar: qual a diferença e como evitar

Infecção cruzada e hospitalar: qual a diferença e como evitar

Infecção cruzada é o termo dado a contaminação causada pela transferência de microorganismos infecciosos de uma pessoa para outra. Isso pode ocorrer, por exemplo, em hospitais, clínicas cirúrgicas, consultórios odontológicos e outros serviços de saúde.

Já a infecção hospitalar se trata da infecção adquirida após a internação do paciente, que pode ou não se manifestar durante sua permanência no hospital. Ou seja, há a possibilidade também de manifestação após ter tido alta e ainda sim estar envolvida com a internação ou com os procedimentos hospitalares.

Por ser um assunto bastante complexo, recomendamos que leia este artigo até o final e entenda quais são os principais tipos de infecções e o que fazer para evitar!

Tipos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS)

As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde, comumente chamadas de infecções hospitalares, vão além da infecção cruzada – a qual já citamos anteriormente. Isto é, há também outros tipos de infecções que podem ocorrer em um ambiente hospitalar e que vamos explicar agora.

Infecção Endógena

A infecção endógena é aquela causada pela proliferação dos microorganismos da própria pessoa. Esse tipo de infecção ocorre principalmente em pessoas que estão com o sistema imunológico mais comprometido.

Infecção Exógena

A infecção exógena é o oposto da infecção endógena, já que é causada por microrganismos de fontes externas. Estas infecções podem ocorrer, por exemplo, pela transmissão aérea desses micróbios ou simplesmente pelo contato com superfícies contaminadas e que sejam transportadas para dentro do corpo.

Infecção Inter-hospitalar

Já a infecção inter-hospitalar é aquela levada de uma unidade de serviço de saúde a outra. A transferência de pacientes entre hospitais pode ser a principal causa deste tipo de infecção.

Principais vias de infecções

As infecções hospitalares podem ocorrer de várias formas, sejam elas endógenas, exógenas, cruzadas ou intra-hospitalares. Por isso, entre as principais vias de infecções estão:

Infecções aerógenas

As infecções aerógenas são aquelas que ocorrem por via aerógena, ou seja, através da inalação de partículas suspensas no ar, que podem ser dispersas a longas distâncias, através da tosse, fala ou espirro, por exemplo.

Entre as principais infecções deste tipo, podemos citar: difteria, peste pneumônica, pneumonia estafilocócica, pneumonia estreptocócica, meningite meningocócica, coqueluche e tuberculose pulmonar.

Infecções entéricas

Doenças causadas por vermes, que afetam o estômago ou intestino e que podem causar sintomas como diarréia, febre ou cólicas, são classificadas como infecções entéricas.

Algumas das principais doenças que ocorrem por meio das infecções entéricas são: cólera, enterocolite estafilocócica, gastroenterocolite por Escherichia coli enteropatogênica, hepatite, febre tifóide, salmoneloses, shigeloses.

Infecções cutâneas

As infecções cutâneas são causadas por microbactérias que rompem a proteção natural da pele e causam infecções no local. Entre as principais infecções deste tipo estão: queimaduras extensas, infectadas por Stafilococcus aureus e Streptococcus pyogenes (grupo A), eczema vaccinatum, doença vesicular neonatal, rubéola, varíola vacínia generalizada e progressiva, gangrena gasosa, impetigo, infecções cutâneas por Stafilococcus aureus e Streptococcus pyogenes, infecções inespecíficas de feridas.

Como evitar a infecção cruzada em serviços de saúde

A infecção cruzada nos serviços de saúde é um risco frequente. Por isso, toda a equipe deve, obrigatoriamente, conhecer e aplicar as normas de biossegurança recomendadas para o ambiente.

Higienize bem as mãos

A maioria das infecções cruzadas são causadas por contágio direto de microbactérias transferidas de um objeto a outro que, ao tocar, pode tanto ser absorvida pela pele quanto ser levada à boca, por exemplo.

Por isso, é essencial que haja uma higiene cuidadosa e frequente das mãos, pois são os principais veículos de transmissão de bactérias. Desta forma, o álcool em gel, bastante utilizado neste período pandêmico, é um grande aliado para a prevenção de infecção cruzada dentro dos serviços de saúde.

Tenha cuidado nas UTIs

As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) são os lugares com maior risco de haver infecções cruzadas dentro de um hospital. Isso porque é neste setor que concentram-se os pacientes clínicos ou cirúrgicos com um estado de saúde mais crítico.

Por isso, a utilização de EPIs e a circulação mais restrita de pessoas neste ambiente são algumas formas de prevenir possíveis contaminações entre pacientes e também entre os profissionais.

Faça a limpeza do ambiente e equipamentos

O processo de higienização dentro de serviços de saúde, como hospitais, clínicas e consultórios, devem seguir alguns processos específicos como: limpeza, desinfecção e esterilização. Do contrário, haverá uma grande possibilidade de infecção cruzada, causada por micobactérias que não são eliminadas em uma limpeza simples.

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Atenção com as visitas

Profissionais da saúde, por sua formação, já têm conhecimento dos riscos de infecções cruzadas dentro dos serviços de saúde, assim como as boas práticas para evitá-las. Porém, as visitas muitas vezes negligenciam as orientações de segurança ou não se atentam à elas.

Por isso, é dever do profissional também ficar atento às visitas, para que não transitem em locais não permitidos ou, de repente, tenham contato com outros pacientes ou instrumentos infectados.

Faça o descarte correto de resíduos infectantes

O descarte correto dos resíduos de serviços de saúde é uma das boas práticas de biossegurança e prevenção de infecções cruzadas, tanto para o profissional quanto para o paciente. Isso porque instrumentos como seringas ou bolsas de sangue, por exemplo, carregam uma grande quantidade de microrganismos vivos que podem apresentar riscos à saúde.

Por isso, faça o descarte correto destes resíduos, de acordo com sua classificação, mantenha os ambientes sempre limpos e siga todas as normas de biossegurança recomendadas para os serviços de saúde. Essas e outras boas práticas são essenciais para a prevenção de infecções cruzadas dentro de hospitais, clínicas, laboratórios e outros serviços de saúde.

Como gerenciar o descarte de resíduos hospitalares em 6 passos.

Como gerenciar o descarte de resíduos hospitalares em 3 passos

Quando o gerenciamento, controle, tratamento e descarte de resíduos hospitalares não são feitos da forma correta, o meio ambiente e também a sociedade podem sofrer grandes impactos.

Por isso, é necessário que medidas práticas e estratégias sustentáveis sejam adotadas para garantir a otimização, redução de desperdícios, melhoria dos processos e, consequentemente, uma gestão de resíduos mais eficiente. 

Neste artigo você vai conferir como é feito o descarte de resíduos hospitalares e a importância do gerenciamento correto dos mesmos.

Quais são as regras para o tratamento e descarte de resíduos hospitalares?

Todo o material usado dentro do ambiente hospitalar possui potencial para disseminar agentes tóxicos e contaminantes, como bactérias e vírus. Por isso, o descarte desse material deve seguir os protocolos de segurança impostos pela Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa), sendo essas regras publicadas em Normas Regulamentadoras (NRs) e em Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs).

É preciso ficar sempre atento às atualizações nas normas, promovendo treinamentos constantes com os funcionários que lidam diretamente com os resíduos hospitalares.

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

Vale ressaltar que a Anvisa, na RDC 222/18, determina que todas as instituições geradoras de resíduos hospitalares devem elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) que contemple todas as etapas do gerenciamento dos resíduos. Isso inclui: 

  • segregação;
  • acondicionamento;
  • armazenamento;
  • transporte;
  • descarte de resíduos.

O objetivo dessas normas é garantir que todos os cuidados com a saúde pública e ambiental sejam devidamente tomados. No site da Anvisa é possível encontrar o

Manual de Gerenciamento de Resíduos com todas informações sobre as exigências e detalhes para a criação desse documento. 

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Como fazer o descarte de resíduos hospitalares corretamente?

O primeiro passo para fazer o descarte de resíduos correto é separá-los corretamente de acordo com a classificação de cada um. Os resíduos hospitalares são classificados em:

  • Grupo A – engloba os componentes com maior virulência ou concentração e que podem apresentar alto risco de infecção;
  • Grupo B – contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde e ao meio ambiente, em virtude de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade;
  • Grupo C – quaisquer materiais que contenham radionuclídeos em quantidades maiores do que os limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN;
  • Grupo D – não apresentam risco biológico, químico ou radiológico;
  • Grupo E – materiais perfurocortantes ou escarificantes.

Uma vez separados, esses materiais devem ficar armazenados em um local apropriado para esse fim, enquanto aguardam o transporte para o destino final.

Confira a seguir as duas práticas mais comuns para o descarte de resíduos hospitalares usados pelas instituições de saúde brasileiras.

  • Incineração

A incineração é uma opção de descarte de resíduos extremamente eficaz. Ela transforma os materiais descartados em cinzas por meio de altas temperaturas.

A técnica de incineração é usada em todas as partes do mundo e possui um custo inferior em relação ao método de esterilização.

  • Esterilização

A outra opção válida é a esterilização dos materiais através de autoclave, que aquece o material contaminado em altas temperaturas, fazendo com que todos os microrganismos morram.

No entanto, nem sempre as instituições tomam os devidos cuidados e, infelizmente, o material acaba sendo descartado de forma incorreta. Por isso é tão importante contar com uma empresa especializada e séria para fazer o descarte correto.

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Resíduos hospitalares: saiba como fazer o descarte correto

Os resíduos hospitalares, também conhecidos como resíduos de serviço de saúde (RSS) ou lixo hospitalar, são os materiais descartados por estabelecimentos de saúde. Alguns exemplos são hospitais, clínicas odontológicas, clínicas veterinárias, laboratórios, ambulatórios, farmácias, postos de saúde e/ou necrotérios.

Por isso, estes materiais devem ter um tratamento e destinação específica, diferente do que é dado ao lixo comum. Isso porque os resíduos de serviço de saúde, quando descartados sem tratamentos específicos, conforme a RDC 222/18, ou em locais inapropriados, podem trazer sérios riscos à saúde humana, animal e ao meio ambiente.

Mas para entender qual a forma correta de descartar os resíduos de serviço de saúde sem colocar pessoas e também a própria empresa em risco, antes precisamos saber a qual grupo pertence o material a ser descartado.

Tipos de resíduos hospitalares

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base na RDC nº 222, os resíduos de serviço de saúde devem ser classificados em 5 grupos distintos. São eles:

  • Grupo A (potencialmente infectantes);
  • Grupo B (químicos)
  • Grupo C (rejeitos radioativos);
  • Grupo D (resíduos comuns);
  • Grupo E (perfurocortantes).

A classificação dos resíduos de serviço de saúde foi feita desta forma, principalmente, com o objetivo de tornar o manejo destes materiais mais seguro, tanto para os profissionais quanto para os pacientes e a sociedade em geral, assim como o meio ambiente. Para isto, foram consideradas suas características biológicas, físicas, químicas, estado da matéria e origem.

Resíduos hospitalares do Grupo A

Como destacado anteriormente, fazem parte deste grupo os materiais caracterizados como potencialmente infectantes. Desta forma, podemos destacar todos os resíduos de serviço de saúde que, possivelmente, contenham agentes biológicos capazes de apresentar algum risco de infecção.

Ainda segundo a RDC nº 222, alguns exemplos de RSS que podem fazer parte do Grupo A são:

  • A1) Culturas e estoques de agentes infecciosos de laboratórios industriais e de pesquisa;
  • A2) Bolsas contendo sangue ou hemocomponentes com volume residual superior a 50 ml;
  • A3) Peças anatômicas, como tecidos, membros e órgãos humanos;
  • A4) Carcaças, peças anatômicas e/ou vísceras de animais;
  • A5) Resíduos provenientes de pacientes que contenham ou sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco IV, que apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação;
  • A6) Kits de linhas arteriais endovenosas e dialisadores, bem como filtros de ar e gases oriundos de áreas críticas;
  • A7) Órgãos, tecidos e fluidos orgânicos com suspeita de contaminação com proteína priônica e resíduos sólidos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais com suspeita de contaminação com proteína priônica (exceto cadáver, que não se caracteriza como resíduo).

 

Resíduos Hospitalares do Grupo B

De acordo com a classificação da RDC nº 222, fazem parte do grupo B todos os resíduos químicos hospitalares que apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente, independentemente de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e/ou toxicidade.

Os resíduos químicos hospitalares que se enquadram neste grupo são:

  • B1) Medicamentos ou insumos farmacêuticos vencidos, contaminados, apreendidos para descarte, parcialmente utilizados e demais medicamentos impróprios para consumo, que oferecem risco, como:

– Produtos hormonais de uso sistêmico;
– Produtos hormonais de uso tópico, quando descartados por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos;
– Produtos antibacterianos de uso sistêmico;
-Produtos antibacterianos de uso tópico, quando descartados por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos;
-Medicamentos Citostáticos;
-Medicamentos Antineoplásicos;
-Medicamentos Digitálicos;
-Medicamentos Imunossupressores;
-Medicamentos Imunomoduladores;
-Medicamentos Anti-retrovirais;

  • B2) Medicamentos ou insumos farmacêuticos quando vencidos, contaminados, apreendidos para descarte, parcialmente utilizados e demais medicamentos impróprios para consumo, que, em função de seu princípio ativo e forma farmacêutica, não oferecem risco. Incluem-se neste grupo todos os medicamentos não classificados no Grupo B1 e os antibacterianos e hormônios para uso tópico, quando descartados individualmente pelo usuário domiciliar;
  • B3) Os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela Portaria MS 344/98 e suas atualizações;
  • B4) Saneantes, desinfetantes e desinfestantes;
  • B5) Substâncias para revelação de filmes usados em Raios-X;
  • B6) Resíduos contendo metais pesados;
  • B7) Reagentes para laboratório, isolados ou em conjunto;
  • B8) Outros resíduos contaminados com substâncias químicas perigosas.

Resíduos Hospitalares do Grupo C

Fazem parte do Grupo C todos resíduos contaminados com radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados na norma CNEN-NE-6.02 – “Licenciamento de Instalações Radiativas” – e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista.

Resíduos Hospitalares do Grupo D

No Grupo D, enquadram-se todos os resíduos gerados nos serviços de saúde que, por suas características, não necessitam de processos diferenciados relacionados ao acondicionamento, identificação e tratamento, devendo ser considerados resíduos sólidos urbanos.

Ou seja, são aqueles que não apresentam riscos biológicos, químicos ou radiológicos à saúde ou ao meio ambiente. Alguns exemplos são:

  • Espécimes de laboratório de análises clínicas e patologia clínica, quando não enquadrados na classificação A5 e A7;
  • Gesso, luvas, esparadrapo, algodão, gazes, compressas, equipo de soro e outros similares, que tenham tido contato ou não com sangue, tecidos ou fluidos orgânicos, com exceção dos enquadrados na classificação A5 e A7;
  • Bolsas transfundidas vazias ou contendo menos de 50 ml de produto residual (sangue ou hemocomponentes);
  • Sobras de alimentos não enquadrados na classificação A5 e A7;
  • Papéis de uso sanitário e fraldas, não enquadrados na classificação A5 e A7;
  • Resíduos provenientes das áreas administrativas dos EAS;
  • Resíduos de varrição, flores, podas e jardins;
  • Materiais passíveis de reciclagem;
  • Embalagens em geral;
  • Cadáveres de animais, assim como camas desses animais e suas forrações que façam parte do RSS.
    Resíduos Hospitalares do Grupo E
  • Os resíduos hospitalares perfurocortantes são aqueles objetos e instrumentos que contêm cantos, bordas, pontos ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes de cortar ou perfurar.

Dentre alguns exemplos desses materiais, podemos citar:

  • Lâminas de barbear, bisturis, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, lâminas e outros assemelhados provenientes de serviços de saúde;
  • Bolsas de coleta incompleta, descartadas no local da coleta, quando acompanhadas de agulha, independente do volume coletado.

Como fazer o descarte correto de resíduos hospitalares

Os cuidados com os resíduos de serviço de saúde devem se encontrar em todo o processo de gerenciamento, englobando o manejo, a segregação, o acondicionamento, a identificação, o transporte interno, o armazenamento temporário, o tratamento, o armazenamento externo, a coleta, transporte e destinação final dos materiais.

Sendo assim, é preciso primeiramente entender a qual grupo pertence determinado resíduo para então, descartá-lo da forma correta sem prejudicar a saúde humana e o meio ambiente. Isso porque cada grupo tem uma forma distinta de ser gerenciada.

Os resíduos perfurocortantes, por exemplo, devem ser descartados de forma separada e imediata, logo após o uso, em recipientes rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento. Além disso, eles devem conter tampa e estarem devidamente identificados, com base nas normas da ABNT NBR 13853/97.

Por isso, caso haja dúvidas sobre a qual grupo pertence determinado resíduo e qual deve ser a forma correta de descarte e manuseio, recomendamos que consulte a RDC nº 222/18, a partir do capítulo VII. Nela você encontra as informações detalhadas sobre todas as etapas do processo, conforme as características de cada grupo de resíduos hospitalares.

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As principais atividades desenvolvidas por um enfermeiro na CME

Saiba qual o papel do enfermeiro na CME

Que a Central de Material e Esterilização é super importante para o bom funcionamento de qualquer unidade clínica e/ou hospitalar você com certeza já sabe. Mas você conhece o papel de um enfermeiro na CME? 

Esse profissional é indispensável para o setor! Neste artigo vamos falar sobre as funções que ele desempenha. Mas primeiro, vamos recapitular o que é uma CME. Confira!

A Central de Materiais e Esterilização – CME pode ser considerada o coração do hospital. É esse setor que vai garantir o bom funcionamento do centro cirúrgico, recebendo, tratando e esterilizando todos os instrumentos utilizados no hospital fazendo um controle rígido no controle de qualidade.

A existência dessa central é para garantir o bem-estar dos pacientes. É essa central que tem a responsabilidade sobre a esterilização de todos os instrumentos cirúrgicos e todos os produtos reutilizáveis dentro de um hospital. É o local onde esses dispositivos são limpos, preparados, acondicionados, esterilizados, guardados e distribuídos, e deve funcionar 24 horas por dia.

Leia o conteúdo completo no nosso blog: Você sabe o que é CME e quais 7 melhores dicas para a gestão?

Qual o papel do enfermeiro na CME?

Cabe ao enfermeiro responsável pela CME, a coordenação, supervisão e avaliação de todas as etapas do processamento dos produtos de saúde que entram na Central. 

Por isso, o ideal é que o profissional de enfermagem tenha conhecimento prático e teórico sobre as diferentes etapas desenvolvidas na CME, incluindo as substâncias mais indicadas para cada uma das tarefas e como avaliar a efetividade.

Confira abaixo as principais atividades de um enfermeiro na CME!

1º Planejamento e gerenciamento de tarefas

O enfermeiro na CME deve planejar, coordenar e executar as tarefas. Inicialmente ele deve: 

  • Conferir a estrutura física da CME;
  • Fazer o levantamento da rotina;
  • Verificar o estado dos equipamentos;
  • avaliar o desempenho individual de cada funcionário, dentre outras atividades.

Tendo em mãos essas informações, o gestor deve traçar um plano visando a melhoria das ações. Também é importante que o enfermeiro coordene as atividades do departamento, supervisionando os funcionários, a identificação dos indicadores biológicos ou químicos inseridos no processo e a eficiência do serviço.

Leia também: As vantagens de adotar um software de gestão hospitalar

2º Garantir que seja feito o uso do EPI

O uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) é fundamental para garantir a segurança dos colaboradores. Eles impedem o contato direto com fluidos corporais e sangue presentes nos equipamentos médicos.

Cada um dos itens de proteção tem uma função específica, as máscaras protegem contra partículas contaminadas em formato aerosol, as luvas protegem durante o manuseio e o jaleco atua na prevenção de respingos em outros locais da roupa do funcionário. Os EPIs também são importantes para garantir que a esterilização dos materiais não seja comprometida.

Portanto, o enfermeiro na CME deve fazer a fiscalização e se assegurar do uso correto dos equipamentos de proteção em todos os ambientes do setor.

3ºConectar as etapas 

Outra importante função do enfermeiro na CME é fazer a conexão entre as etapas. O expurgo, preparo e montagem de material são etapas que contam com características individuais e rotinas diferentes.

Estando ciente dessas diferenças, o enfermeiro deve atuar no monitoramento de todas as áreas, evitando atrasos e erros que comprometam o fluxo. Para isso, a troca de informações entre as áreas deve ser clara e objetiva, mediada pelo enfermeiro responsável.

Viu como a atuação do enfermeiro na CME é importante? Esperamos que você tenha gostado do conteúdo. Aproveite e leia também: 3 vantagens no aluguel de ambulâncias

Os equipamentos hospitalares são de grande importância no tratamento e diagnóstico correto dos pacientes. Veja no artigo como a manutenção impacta no orçamento da sua organização.

A importância da manutenção de equipamentos hospitalares

Seu estabelecimento de saúde conta com a melhor equipe de profissionais, tem as certificações mais importantes e proporciona um atendimento humanizado de excelência aos pacientes. À primeira vista parece uma gestão sob controle. Mas como está sendo feita a manutenção dos equipamentos hospitalares?

Facilmente esquecida no dia a dia e raramente prevista no orçamento mensal de hospitais e clínicas. Muitas vezes a manutenção só é lembrada quando um dos equipamentos começa a dar sinais de mau funcionamento – o que é altamente perigoso para a exatidão de exames e diagnósticos.

Veja em nosso artigo porque a manutenção de equipamentos hospitalares deve estar presente na gestão diária, sejam eles alugados ou próprios. Confira!

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Por que fazer a manutenção de equipamentos hospitalares?

Vamos basear a explicação em três fatores que são fundamentais para o bom funcionamento de qualquer estabelecimento de saúde.

Evitar falhas

O principal motivo para investir na manutenção. Quando as falhas acontecem, elas impactam o dia a dia e a qualidade do serviço aos pacientes. Para evitar que elas ocorram e que esse tipo de imprevisto interfira nas atividades, tenha controle e monte um planejamento – vamos falar sobre isso mais adiante no texto.

Oferecer qualidade no atendimento

Quando os equipamentos hospitalares estão em ordem e funcionando como se espera, eles ornam com os diferenciais que seu estabelecimento proporciona aos pacientes: o atendimento melhora como um todo. 

Tomar decisões acertadas

A gestão, independente da área, é um desafio. Ter uma visão ampliada sobre as coisas para saber em qual momento e como agir só são possíveis quando existe um planejamento.

Tendo tudo isso em mente, apostar em um cronograma passa a ser uma das prioridades na gestão de hospitais e clínicas. O bom desenvolvimento das práticas médicas depende disso também 

Ter controle orçamentário

Seja para manutenção ou substituição. É preciso ter conhecimento sobre os equipamentos hospitalares, vida útil estimada e realidade de mercado. Isso facilita a destinação de verba para essa atividade, como escolher fornecedores e em quanto tempo cada revisão deve ser feita. 

Como fazer a manutenção dos equipamentos hospitalares?

Já sabendo da importância em fazer esse gerenciamento, parte da execução consiste em estabelecer indicadores para gerenciar e controlar em que momento tudo será feito. Veja os indicadores mais importantes:

TMEF e TMPR

Já conhece essas siglas? Tempo Médio entre Falhas – TMEF e Tempo Médio para Reparos – TMPR são parâmetros utilizados para avaliar a eficiência da revisão ou manutenção. Caso estes índices estejam altos, é sinal que o serviço não está suprindo o que o estabelecimento de saúde precisa. Fique atento.

Disponibilidade

Se refere à frequência de funcionamento e disponibilidade dos equipamentos. Deve ser sempre positivo para que a equipe médica possa acessá-los quando necessário.

Previsão de custos

Faça um levantamento das finanças e destine um percentual para a manutenção dos equipamentos hospitalares. Dessa forma, se for necessária a substituição de peças ou trocar por outro mais novo não impacta negativamente no orçamento. 

Tipos de manutenção

Fique por dentro dos tipos de manutenção dos equipamentos hospitalares e saiba qual delas é a melhor saída para determinadas situações. Lembre-se: treinar sua equipe e envolvê-los no processo ajuda identificar falhas e desenvolver cronogramas mensais e anuais de paradas.

Manutenção corretiva

É a menos recomendada. Como o próprio nome já diz, manutenção corretiva é feita apenas quando o equipamento falha. 

É uma despesa esporádica, porque é uma despesa que só aparece de vez em quando. Mas é justamente aí que mora o problema. No início são sempre pequenos reparos, até evoluir para uma frequência maior devido ao desgaste natural das peças. 

Manutenção preventiva

A mais indicada. Por ser periódica, ela reduz os danos nos equipamentos hospitalares já que as falhas são detectadas antes dos problemas se agravarem. Então as substituições necessárias são realizadas na manutenção preventiva.

Engana-se quem pensa que esta é uma despesa desnecessária. Ao longo prazo, ela evita grandes rombos no orçamento da sua organização.

Manutenção preditiva

Se utiliza da tecnologia para prever quanto tempo determinado aparelho tem de vida útil – quantas vezes pode ser recarregado ou usado. De posse dessa informação fica mais fácil saber quanto ele precisará ser restaurado ou trocado por outro.

Gostou do nosso conteúdo? No artigo você viu que é essencial para um serviço de saúde de qualidade contar com equipamentos hospitalares funcionando em excelentes condições – obtidas apenas quando a manutenção está em dia. E se você tem interesse neste e outros assuntos relacionados à gestão, que tal agora ler sobre:

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ocê conhece as vantagens do aluguel de ambulâncias para as organizações de saúde? Confira neste artigo!

3 vantagens no aluguel de ambulâncias

O aluguel de ambulâncias pode trazer diversas vantagens para as instituições de saúde. As ambulâncias ficam disponíveis durante todo o período determinado em contrato, com manutenção preventiva e reposição em caso de necessidade. Mas além dessas existem outras vantagens. Neste artigo nós vamos explicar para você quais são. Prontos? Vamos lá!

  1. Melhor custo-benefício

O aluguel de ambulâncias apresenta um melhor custo benefício para as instituições de saúde. Isso ocorre porque não existe apenas o gasto com a compra da unidade móvel, mas também há o valor de manutenção que, a longo prazo, pode representar um valor alto para a instituição. 

Com o aluguel, este valores não existem, uma vez que a manutenção é de total responsabilidade da locadora, cabendo ao locatário apenas tomar os cuidados estabelecidos no ato contratual.

  1. Qualidade no serviço

É obrigação do locador averiguar se a ambulância está em perfeitas condições para percorrer longas distâncias sem que ocorram imprevistos. 

Ao contratar os serviços de aluguel de ambulância com uma empresa séria e responsável, você assegura a qualidade do atendimento e garante a segurança de pacientes e profissionais de saúde. 

  1. Disponibilidade 24 horas

O aluguel de ambulâncias mediante contratos mensais é uma prática muito comum, tanto em empresas privadas quanto em estatais. 

A medida ajuda a suprir a falta de ambulâncias próprias e, como dissemos acima, dá mais qualidade ao serviço e tem melhor custo benefício

Outra grande vantagem em optar pela locação ao invés de compra de ambulâncias, é que apesar de alugada, os contratos garantem que a frota contratada esteja 24 horas disponíveis para atender urgências e emergências.

Realizar o aluguel de ambulâncias é a opção mais barata, prática e segura para basicamente todo tipo de unidade hospitalar, seja pública ou privada. 

As ambulâncias ficam sempre disponíveis, dentro do prazo acordado entre locador e locatário, com a manutenção e substituição ou reposição imediata em caso de imprevistos.

Mas você sabe quais os principais tipos de ambulância usados no sistema de saúde? Continue a leitura e explicaremos para você!

Tipos de ambulância

As ambulâncias são, na definição mais literal, um veículo usado para o transporte. Elas devem estar dentro das exigências de segurança e seguir as normas da ABNT – NBR 14561/12000. Existem diversos modelos e que podem ser usados para funções distintas. Entenda abaixo:

Tipo A

O tipo A é usado para o transporte de pacientes que não correm risco de vida, ou seja, para remoções simples e de caráter eletivo. Nesse tipo de remoção, a equipe é mínima, contando apenas com o motorista e um técnico em enfermagem.

Tipo B

As ambulâncias do Tipo B são indicadas para dar suporte básico de vida para pacientes que estão em risco, mas que não necessitam de intervenção clínica no local. A tripulação segue o mesmo modelo do Tipo A.

Tipo C

Esse tipo de ambulância é destinado para o resgate e atendimento de vítimas que sofreram algum tipo de acidente, e possuem equipamentos de socorro para ambientes diversos. A tripulação é composta por um motorista e militares com capacitação para salvamento e prestação de suporte básico de vida.

Tipo D

Esse é o tipo destinado a pacientes em alto risco de vida, mais conhecidas como UTIs móveis. A tripulação é formada por um motorista, um médico e um enfermeiro.

Atuação do Grupo Bringel

O Grupo Bringel oferece o serviço de montagem e personalização de unidades móveis, incluindo mudanças visuais através de envelopamento. É mais um projeto que visa dar uma importante contribuição para o bem-estar de milhares de pessoas em todo o Brasil.

Além disso, fazemos a Operação de Unidades Móveis de Saúde, na qual veículos como carretas, vans, caminhões baú ou unidades únicas, adaptados e configurados prestam vários tipos de serviços nas áreas diagnóstica, terapêutica e educacional. 

As unidades são:

  • Unidade Móvel de Saúde da Mulher: composta por um conjunto completo de serviços: mamografia, ultrassonografia e colposcopia.
  • Unidade Móvel Odontológica: adaptada para atendimento odontológico, pode ser montada com todo o necessário para o tratamento básico e escovódromo.
  • Unidade Móvel de Exames Laboratoriais: contém um laboratório e todos os insumos para a realização de análises clínicas, como hemograma, bioquímica, urinálise e parasitologia, através de equipamentos automatizados.
  • Unidades únicas: são configuradas e equipadas para atendimento em apenas um tipo de serviço, de acordo com a demanda.

Gostou do conteúdo? Esperamos que tenha ficado claro as vantagens no aluguel de ambulâncias. Continue conosco e leia também: Conheça as empresas e principais serviços do Grupo Bringel

Cuidar do armazenamento de produtos odontológicos dentro da gestão de estoque é importante

Como armazenar produtos odontológicos? Dicas para melhorar a gestão de estoque

Você sabe por que cuidar do armazenamento dos produtos odontológicos é tão importante? Isso é o que nós vamos te contar neste artigo!

É trabalhoso, mas sua clínica deve se preocupar em fazer uma boa gestão de estoque e garantir ter sempre os produtos odontológicos necessários.  Por que? Por várias razões, como não ficar sem material, otimizar processos, reduzir custos, evitar perdas e economizar espaço.

Estes são apenas alguns exemplos para mostrar que uma boa gestão de estoque traz vários benefícios. Confira nossas dicas para o setor!

1º Organize as informações

Para gerir bem um estoque, o primeiro passo é saber o que existe lá. Você deve ter as informações de quantidade, validade, local de armazenamento de cada item usado na clínica.

E não basta apenas compilar os dados, eles devem ser precisos, para que não haja sobras e nem falta de produtos. Outro ponto importante é que as informações devem ser de fácil acesso para não atrasar nenhum processo. 

Um software de gestão é ideal para mapear e ajudar a solucionar os problemas para gestão de estoque.

2º Estabeleça as quantidades ideais para o estoque da sua clínica

Não é nada inteligente lotar o seu estoque com produtos que têm uma demanda de saída lenta. Mas você também não deve ficar sem nada de material x ou y. O ideal é encontrar o equilíbrio, assim o seu estoque estará sempre abastecido com aquilo que é importante.

Isso também facilita as negociações com o fornecedor e melhora a sua gestão de estoque de produtos odontológicos.

3º Estabeleça o controle de todas as entradas e saídas

E temos aqui a dica de ouro! Para ter dados precisos, você precisa saber exatamente quais os produtos que entraram, quantos saíram e se houveram produtos perdidos.

E para isso, mantenha os registros de datas e horários de todas as movimentações do seu estoque, e também o nome do colaborador responsável pela entrada ou saída.

Além de manter uma organização melhor e segura para o seu estoque de produtos odontológicos, esses registros ajudam a melhorar a sua percepção de tempo que cada item fica armazenado. Isso ajudará na hora de comprar produtos para montagem do estoque.

O controle pode ser feito com planilhas ou um software, sendo a segunda opção mais moderna e eficiente.

4º Busque bons fornecedores

Você ganha mais se contar com fornecedores de qualidade, tanto do ponto de vista organizacional quanto do ponto de vista financeiro.

Por isso, encontre empresas que mostrem ter compromisso com a sua clínica. Que garantam pronto atendimento, entrega rápida e cobranças adequadas. Além disso, você deve avaliar a confiabilidade do seu fornecedor e a qualidade dos produtos odontológicos oferecidos por ele.

Leia mais:  As vantagens de adotar um software de gestão hospitalar

5º Organize fisicamente o espaço

As dicas acima são muito importantes e podem trazer excelentes resultados, mas serão inúteis se você não mantiver o seu estoque organizado fisicamente. Pilhas e mais pilhas de produtos odontológicos misturados e desorganizados, vão tornar o  trabalho mais difícil e menos ágil.

Catalogue todos os produtos odontológicos e os organize em categorias. Você pode separar por tipo, marca, tamanho, função, etc. Mas mantenha-os sempre organizados.

Gostou das dicas? Continue conosco e leia também: Descubra 9 passos para melhorar a gestão da sua equipe de saúde

Descubra as vantagens de investir em um software de gestão hospitalar no artigo que elaboramos para você. Confira!

As vantagens de adotar um software de gestão hospitalar

A gestão de hospitais e clínicas é cercada de desafios. E por que não contar com a ajuda da tecnologia para dar conta do grande volume de demandas que fazem parte do dia a dia da sua organização? Uma ferramenta tecnológica e moderna é tudo o que você, como gestor, precisa.

É claro que qualquer decisão que envolva mexer em recursos financeiros precisa de uma prévia análise. E para te ajudar nessa tarefa, nós do Grupo Bringel, elaboramos esse material com x vantagens em adquirir um software de gestão hospitalar. Vamos começar?

Leia também:

Descubra 9 passos para melhorar a gestão da sua equipe de saúde

Por que ter um software de gestão hospitalar?

Em um estabelecimento de saúde não são apenas os atendimentos, cirurgias e outros procedimentos médicos que são realizados. Há também muita demanda que passa pelos setores de recursos humanos, segurança, compra de materiais e outras atividades administrativas que precisam da atenção do gestor.

Mesmo que essa administração seja dividida entre os chefes de departamento, ainda assim é preciso um olhar cuidadoso. Todos os setores precisam estar bem assistidos. 

É claro que organicamente é quase impossível conseguir esse feito. Mas com a ajuda de um software de gestão hospitalar, esse trabalho fica mais fácil. Veja agora x motivos para ter uma ferramenta com a qualidade e suporte necessários que só o Grupo Bringel pode oferecer.

6 vantagens de um software de gestão hospitalar

1. Rapidez nos processos

Ele automatiza atividades manuais que fazem parte da rotina administrativa: agendamento de exames, confirmação de consultas, inserção de dados dos pacientes atendidos, tudo de maneira mais rápida e fácil. Reduz erros como informações ilegíveis e perda de formulários de atendimento. 

Assim é possível otimizar o tempo de toda a equipe e o tempo de espera dos pacientes é reduzido. 

2. Tenha seu próprio banco de dados

Informação é um bem precioso nos dias de hoje. Com um software de gestão hospitalar é possível construir seu próprio banco de informação com os dados dos seus pacientes e de seus funcionários também, com segurança e precisão. Além disso, os dados financeiros e administrativos também podem ser armazenados, facilitando tomadas de decisão. 

3. Otimizar os custos de operação

É sempre uma boa ideia aproveitar os recursos ao máximo. É claro que essa estratégia precisa ser alinhada de maneira que a excelência no atendimento e nos processos não seja afetada.

Uma ferramenta tecnológica permite ter controle financeiro, para um melhor fluxo de caixa. Podendo detectar gastos desnecessários ou supérfluos, realocar recursos, influenciando positivamente na lucratividade da organização. 

4. Criação e acompanhamento de indicadores de sucesso

Apenas um software de gestão hospitalar dá a possibilidade de criar e acompanhar indicadores de performance. E mais: ele coleta os dados e mensura os resultados daquelas métricas que foram estabelecidas. 

Com essa visão ampla e de cima fica mais fácil identificar falhas e sugerir melhorias para alcançar altos níveis de qualidade nos serviços, proporcionando bem-estar e segurança aos pacientes.

5. Segurança no armazenamento de informações

O armazenamento seguro de dados é outra importante vantagem dos softwares de gestão hospitalar. Afinal, grandes quantidades de informações são geradas diariamente pelos hospitais, sendo que a perda de uma parte delas, por menor que seja, pode causar um impacto muito negativo para a instituição. Por esse motivo, os softwares eletrônicos de gestão são essenciais para qualquer hospital, uma vez que permitem a criação automática e periódica de backups de todos os dados gerados (financeiros, administrativos ou clínicos), preservando-os por tempo indeterminado, até que não seja mais necessário armazená-los.

6. Agendamento on-line de consultas e exames

Nada mais confortável para um paciente que a possibilidade de marcar suas consultas e seus exames médicos on-line, sem sequer precisar sair de onde está ou ter que lidar com aquelas mensagens automáticas do call center. Softwares de gestão hospitalar oferecem plataformas específicas para essa marcação, aumentando a comodidade para os pacientes e diminuindo os custos com os sistemas de call center. Ainda permitem uma melhor administração dos agendamentos, reduzindo o tempo de espera pelas consultas e aumentando a satisfação dos pacientes com o hospital.

Gostou do nosso conteúdo? Você viu que os softwares de gestão hospitalar são a melhor maneira de implementar melhorias nos seus processos, impactando na lucratividade e no atendimento aos pacientes. E para você se aprofundar no assunto, que tal baixar gratuitamente nosso infográfico Como melhorar a gestão hospitalar.

 

Conheça a história do Grupo Bringel, sua contribuição para o mercado amazonense e veja as empresas que fazem parte do conglomerado

Conheça as empresas e principais serviços do Grupo Bringel

O Grupo Bringel completa 39 anos de atuação no mercado em 2020. 

A história do Grupo Bringel começa em 1981, quando foi aberta a primeira farmácia no município de Manacapuru, localizado na Região Metropolitana de Manaus, 103 quilômetros distante da capital do Amazonas. 

Em 1995, as atividades ganham impulso com a distribuição de produtos e equipamentos hospitalares. Somado a isso, inicia a prestação de serviços específicos para a área da saúde pública e privada, para promover bem-estar e segurança aos pacientes. 

Isso serviu para consolidar a presença no mercado. As empresas do Grupo Bringel se firmaram como grandes referências na região Norte por sempre prezarem pela excelência e qualidade.

O Grupo Bringel oferece soluções nas seguintes áreas

  • Saúde;
  • Meio Ambiente.

Conheça algumas empresas que fazem parte do conglomerado

  • Bioplus

Atuante na área da saúde para a prestação de serviços  às centrais de materiais e esterilização, digitalização de imagens e locação de software de gestão hospitalar para unidades públicas de saúde Conheça os serviços clicando aqui

  • Esteriliza

Empresa pioneira no ramo de terceirização de esterilização no norte do Brasil. Atende clínicas, hospitais, consultórios médicos e odontológicos da rede privada. Saiba mais clicando aqui.

  • Biodental Medical

Empresa especializada em artigos odontológicos de alta qualidade. São mais de quatro mil itens dos principais fornecedores do mercado e com as melhores condições de preços. Clique para conhecer.

  • Hospital Domiciliar

Instituição especializada em oferecer produtos e serviços para assistência à saúde em domicílio. Saiba mais aqui. 

  • Norte Ambiental

Com unidades no Amazonas e em Rondônia, a Norte Ambiental desenvolve e atua com soluções integradas na área de resíduos, aplicando as melhores tecnologias do mercado aliadas à legislação nacional vigente. Conheça a empresa clicando aqui.

Produtos e serviços oferecidos pelo Grupo Bringel

  • Central de material esterilizado (CME) 

Unidade de apoio técnico dentro do estabelecimento de saúde destinado a receber materiais sujos para descontaminação, preparo e esterilização. Também prepara roupas limpas oriundas da lavanderia e armazena esses artigos para distribuição.

  • Unidades Móveis de Atendimento

São carretas, vans, caminhão baú ou unidades únicas adaptados e configurados para prestar vários tipos de serviços.

  • Microscopia Virtual

  • Gerenciamento de Imagens e Gestão de Saúde

  • Esterilizador a baixa temperatura por plasma

As unidades administrativas estão nas seguintes localidades

  • Manaus (Sede): Av Cosme Ferreira 1877, Aleixo, 69083-000, Manaus/AM
  • São Paulo: Rua Elvira Ferraz 250, Cj 816, Fl Office, Vila Olímpia, 04552-040
  • Brasília: Setor Hoteleiro Sul, Qd 6, Cj A, Bl D, Loja 28, 70316-901

Agora que você conhece a história e as áreas de atuação do Grupo Bringel, que tal acompanhar nossos perfis nas redes sociais? Clique aqui para começar a seguir.

Veja o que é uma CME e as melhores formas de gerir esse setor

Você sabe o que é CME e quais 7 melhores dicas para a gestão?

A Central de Materiais e Esterilização – CME pode ser considerada o coração do hospital. É esse setor que vai garantir o bom funcionamento do centro cirúrgico, recebendo, tratando e esterilizando todos os instrumentos utilizados no hospital fazendo um controle rígido no controle que qualidade.

Você ainda não sabe o que é CME e o que ela faz? Nós vamos te explicar. A existência dessa central é para garantir que bem-estar dos pacientes.É essa central que tem a responsabilidade sobre a esterilização de todos os instrumentos cirúrgicos e todos os produtos reutilizáveis dentro de um hospital. É o local onde esses dispositivos são limpos, preparados, acondicionados, esterilizados, guardados e distribuídos, e deve funcionar 24 horas por dia.

Dependendo da forma de funcionamento, a CME recebe três denominações:

Descentralizada: cada unidade do hospital tem sua própria CME para esterilizar os materiais que utiliza.

Semi centralizada: fica a cargo da unidade hospitalar limpar seus materiais utilizados, esse preparo inicial é uma importante etapa antes de enviar para o setor de esterilização,

Centralizada. Todos os materiais utilizados pelo hospital são tratados em um só local. Em uma CME centralizada, que é o modelo mais utilizado ultimamente, é possível padronizar os procedimentos e ter melhor controle de qualidade, além de ser mais eficaz e econômico para o hospital. 

Por que uma CME é importante?

Este setor, atuando de maneira eficiente e com excelência, vai otimizar o acervo cirúrgico do hospital, garantindo a durabilidade dos materiais, e entregar os instrumentos de maneira segura para a equipe de saúde e para os pacientes. 

O bom funcionamento do hospital depende uma CME bem estruturada e bem administrada. Somado a isso é de extrema importância funcionar em sincronia com os demais setores, como a emergência, enfermarias, rouparia e centro cirúrgico.

Processos que fazem parte do que é CME

Uma CME opera seguindo alguns processos básicos:

  • Expurgo. É nesse setor que os materiais são recebidos, conferidos, lavados e secados. Nessa etapa do processo todas as sujidades devem ser eliminadas e para isso são utilizados equipamentos automatizados, como lavadoras ultrassônicas.
  • Preparo do material. O material precisa estar completamente seco e limpo para passar para a etapa seguinte. Caixas, embalagens e bandejas também precisam receber esse tratamento. 
  • Embalagem. Cada material requer um tipo de embalagem específica;
  • Esterilização. De acordo com o material e em diferentes métodos. Todo material precisa passar pelo monitoramento do processo de esterilização para certificar a eficácia do procedimento. Alguns indicadores são utilizados para verificar a qualidade e a eficácia. 
  • Armazenamento. Que deve ser em local limpo e seco adequado até o momento de ser transportado para os setores. Importante estar atento a data de validade da esterilização. 

Agora que você já sabe o que é CME 

É importante frisar que esse setor precisa estar localizado em uma parte estratégica do complexo hospitalar. A localização precisa ser centralizada ou semi-centralizada para conseguir atender todos os setores. Essa localização estratégica é importante para:

  • receber e distribuir o material;
  • atender à situações emergenciais de maneira eficiente;
  • lugar privilegiado com luz natural;
  • fluxo prático e seguro de material e de pessoal.

Como melhorar a gestão?

A primeira coisa que se deve ter em mente do que é CME em termos de gestão, é ser um setor cuja organização seja impecável. O processo dos produtos devem seguir um fluxo contínuo da área suja para a área limpa, sem nunca misturar ou cruzar os caminhos. 

Uma boa CME também precisa ter garantia de qualidade. Fazer testes regulares que controlem isso. Isso porque todos os fluxos do processo de esterilização precisam ser mapeados e testados em todas as etapas. Afinal, a saúde dos pacientes e das equipes médicas precisam ser priorizadas.

A gestão da CME é um desafio para a qualidade de um estabelecimento de saúde. E a inovação precisa andar de mãos dadas com a gestão. Nos dias de hoje é requisito básico para garantir a qualidade dentro das organizações da área da saúde, sem deixar de atender as recomendações da Agência Nacional de Vigilância em Saúde – Anvisa.

Um coordenador enfermeiro de CME, exclusivamente, é fundamental para monitorar a qualidade dos processos por meio de testes bacteriológicos e eficiência do serviço. Além disso, atualmente as mudanças no mercado vem demonstrando novas empresas se qualificando em CME para atender esses serviços de forma prática e segura.

Dessa forma evita-se que hospitais percam tempo na produção e manutenção com custo elevado, onde o espaço físico não comporta a quantidade do fluxo dos atendimentos de cirurgias. No entanto, está sendo comprovado que contratar empresa especializada, melhora o giro de cirurgias, tempo reduzido de atendimento e aumento do ticket-médio do hospital. 

Siga essas 7 dicas

  1. Contrate empresa especializada em CME;
  2. Não perca tempo em gerenciar norma e rotina;
  3. Tenha seus processos validados de forma segura para apresentar aos seus clientes por meio de laudos;
  4. Não há necessidade de capacitar profissionais internos;
  5. Utilize profissionais em outras áreas da assistência; 
  6. Ofereça excelência no fornecimento de material para equipe médica, onde irá atrair novos pacientes;
  7. Terceirize o processamento da CME. Em muitos casos as despesas com uma CME interna são maiores que uma externa. Com a implantação da RDC 15 as exigências ficaram ainda maiores, então veja essa é uma opção viável para a sua organização.

Viu só como a CME precisa de atenção mais que especial em um estabelecimento de saúde? São muitos os detalhes que precisam ser revistos e analisados para uma boa gestão desse setor. 

Por isso use as dicas que separamos para fazer uma boa gestão de CME, observando as normas que regulam as atividade desse setor nos hospitais, clínicas ou consultórios.