Os equipamentos hospitalares são de grande importância no tratamento e diagnóstico correto dos pacientes. Veja no artigo como a manutenção impacta no orçamento da sua organização.

A importância da manutenção de equipamentos hospitalares

Seu estabelecimento de saúde conta com a melhor equipe de profissionais, tem as certificações mais importantes e proporciona um atendimento humanizado de excelência aos pacientes. À primeira vista parece uma gestão sob controle. Mas como está sendo feita a manutenção dos equipamentos hospitalares?

Facilmente esquecida no dia a dia e raramente prevista no orçamento mensal de hospitais e clínicas. Muitas vezes a manutenção só é lembrada quando um dos equipamentos começa a dar sinais de mau funcionamento – o que é altamente perigoso para a exatidão de exames e diagnósticos.

Veja em nosso artigo porque a manutenção de equipamentos hospitalares deve estar presente na gestão diária, sejam eles alugados ou próprios. Confira!

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Por que fazer a manutenção de equipamentos hospitalares?

Vamos basear a explicação em três fatores que são fundamentais para o bom funcionamento de qualquer estabelecimento de saúde.

Evitar falhas

O principal motivo para investir na manutenção. Quando as falhas acontecem, elas impactam o dia a dia e a qualidade do serviço aos pacientes. Para evitar que elas ocorram e que esse tipo de imprevisto interfira nas atividades, tenha controle e monte um planejamento – vamos falar sobre isso mais adiante no texto.

Oferecer qualidade no atendimento

Quando os equipamentos hospitalares estão em ordem e funcionando como se espera, eles ornam com os diferenciais que seu estabelecimento proporciona aos pacientes: o atendimento melhora como um todo. 

Tomar decisões acertadas

A gestão, independente da área, é um desafio. Ter uma visão ampliada sobre as coisas para saber em qual momento e como agir só são possíveis quando existe um planejamento.

Tendo tudo isso em mente, apostar em um cronograma passa a ser uma das prioridades na gestão de hospitais e clínicas. O bom desenvolvimento das práticas médicas depende disso também 

Ter controle orçamentário

Seja para manutenção ou substituição. É preciso ter conhecimento sobre os equipamentos hospitalares, vida útil estimada e realidade de mercado. Isso facilita a destinação de verba para essa atividade, como escolher fornecedores e em quanto tempo cada revisão deve ser feita. 

Como fazer a manutenção dos equipamentos hospitalares?

Já sabendo da importância em fazer esse gerenciamento, parte da execução consiste em estabelecer indicadores para gerenciar e controlar em que momento tudo será feito. Veja os indicadores mais importantes:

TMEF e TMPR

Já conhece essas siglas? Tempo Médio entre Falhas – TMEF e Tempo Médio para Reparos – TMPR são parâmetros utilizados para avaliar a eficiência da revisão ou manutenção. Caso estes índices estejam altos, é sinal que o serviço não está suprindo o que o estabelecimento de saúde precisa. Fique atento.

Disponibilidade

Se refere à frequência de funcionamento e disponibilidade dos equipamentos. Deve ser sempre positivo para que a equipe médica possa acessá-los quando necessário.

Previsão de custos

Faça um levantamento das finanças e destine um percentual para a manutenção dos equipamentos hospitalares. Dessa forma, se for necessária a substituição de peças ou trocar por outro mais novo não impacta negativamente no orçamento. 

Tipos de manutenção

Fique por dentro dos tipos de manutenção dos equipamentos hospitalares e saiba qual delas é a melhor saída para determinadas situações. Lembre-se: treinar sua equipe e envolvê-los no processo ajuda identificar falhas e desenvolver cronogramas mensais e anuais de paradas.

Manutenção corretiva

É a menos recomendada. Como o próprio nome já diz, manutenção corretiva é feita apenas quando o equipamento falha. 

É uma despesa esporádica, porque é uma despesa que só aparece de vez em quando. Mas é justamente aí que mora o problema. No início são sempre pequenos reparos, até evoluir para uma frequência maior devido ao desgaste natural das peças. 

Manutenção preventiva

A mais indicada. Por ser periódica, ela reduz os danos nos equipamentos hospitalares já que as falhas são detectadas antes dos problemas se agravarem. Então as substituições necessárias são realizadas na manutenção preventiva.

Engana-se quem pensa que esta é uma despesa desnecessária. Ao longo prazo, ela evita grandes rombos no orçamento da sua organização.

Manutenção preditiva

Se utiliza da tecnologia para prever quanto tempo determinado aparelho tem de vida útil – quantas vezes pode ser recarregado ou usado. De posse dessa informação fica mais fácil saber quanto ele precisará ser restaurado ou trocado por outro.

Gostou do nosso conteúdo? No artigo você viu que é essencial para um serviço de saúde de qualidade contar com equipamentos hospitalares funcionando em excelentes condições – obtidas apenas quando a manutenção está em dia. E se você tem interesse neste e outros assuntos relacionados à gestão, que tal agora ler sobre:

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